“Autoperguntas:

E a pergunta que não quer calar é: por que tudo tem de ser tão pesado? Ou talvez, recolocada: tudo tem de ser tão pesado?
Dentre as alternativas, também dúvida: aceitação ou questionamento? O que tornaria as coisas mais leves?
A resposta está aqui ou lá? Por que a busca é sempre lá, e quase nunca aqui?”

Me fiz essas perguntas cinco anos atrás. Pensar em respostas para elas gerou grande transformação em mim. É possível que cada pergunta dessas se encaixe no seu momento atual. Espero que, se for o caso, ressoem de alguma maneira produtiva e positivamente transformadora.

É como dizem: vivemos as mesmas coisas, talvez somente em períodos diferentes da vida. O que já fez sentido para mim pode fazer sentido para você neste momento. O que me toca agora já tocou outra pessoa anos, meses, semanas atrás. Somos mesmo todos um, não acha?

Imagem: Pexels

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