Gratidão e descobertas

Trinta e um de dezembro, poucas horas para o fim do ano. Restam poucos minutos para uma breve retrospectiva do ano que se despede e um esboço do que se projeta para o próximo. O que você teria a dizer do seu ano? E o que você quer para sua vida a partir da meia noite de hoje?

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É possível agradar a todos?

Se você é como a maioria dos seres humanos, a opinião das pessoas a seu respeito é importante. É importante para mim. Somos seres sociais, o contato com o outro é importante para a nossa sobrevivência e mesmo para a nossa felicidade. É impossível passar pela vida sem que o comportamento dos outros nos afete, desde os cuidados básicos até as meras relações de troca de serviços e bens materiais.

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Sobre incerteza, medo e fé

Este é um post muito pessoal. Parte dele vai se tornar obsoleto amanhã mesmo. Mas sinto que preciso dizer isso aqui, porque é algo que venho aprendendo (ou buscando aprender) e que de alguma maneira pode ajudar mais alguém. E esse blog só faz sentido se e enquanto estiver ajudando alguém – uma pessoa que seja.

Estou com um nódulo na mama, identificado há poucas semanas. (mais…)

Como lidar com mudanças inesperadas?

Para a maioria das pessoas, passar por mudanças não é lá muito fácil. Essa dificuldade pode se mostrar desde situações que requerem uma mudança no visual, até mudanças de endereço, de trabalho, de profissão, de cidade, passando por mudanças de atitudes.

Eu sou uma pessoa que acredita na mudança, e um dos motivos mais fortes que me mantêm trabalhando como psicoterapeuta é a mudança (às vezes pequenina e gradual, às vezes enorme e avassaladora) que eu acompanho e ajudo a produzir em meus clientes. Costumo brincar inclusive que se eu não acreditasse na mudança poderia fechar meu consultório, tirar meu blog do ar e ir vender sanduíche na praia! (Hum… ver o mar todos os dias não seria nada mal! rs Mas acho que não valeria passar por isso se esse meu valor tão importante – produzir mudança – não estivesse presente).

Mesmo acreditando na mudança e trabalhando diariamente para ajudar pessoas a produzirem mudanças significativas em suas vidas, eventualmente eu também tenho minhas dificuldades para passar por elas. (mais…)

Exigências dispensáveis

Estava mais cedo com o editor aberto, disposta a aproveitar uns minutinhos de intervalo entre um compromisso e outro para cumprir meu propósito de publicar um post por semana no blog. Consistência é mais importante que quantidade, dizem os experts em publicações e tráfego de internet. Concordo, e fico muito frustrada quando não consigo cumprir a agenda de publicações.

Você também se frustra quando não consegue cumprir seus planos? (mais…)

Você já pensou na morte hoje?

Calma. Não precisa fechar a página.

Se você é como a maioria dos seres humanos, sabe que a morte é um fato e uma certeza, mas evita falar ou mesmo pensar a respeito. Essa evitação é compreensível: viver a morte de alguém querido dói muito, e perceber-se mortal, também. Daí não querermos manter o assunto morte em nossas conversas ou pensamentos.

Por outro lado, para algumas pessoas a morte é uma alternativa aos sofrimentos da vida. Para essas pessoas a ideia de morrer ronda como um canto de sereia, prometendo o fim de uma dor que parece impossível de ser vencida. (Imagino quanto sofrimento uma pessoa deve vivenciar para chegar a pensar em não viver mais. Respeito isso e digo, categoricamente, que viver pode valer a pena e que as dores podem, sim, ser vencidas.)

Mas por que um blog que tem como tema central a felicidade e que propõe reflexões para que cada um viva com sentido abordaria a morte em um de seus posts? (mais…)

Cair e levantar

A metáfora da bicicleta para as quedas da vida

Recentemente falei sobre o equilíbrio entre o esforço necessário para sair da zona de conforto e a gentileza de respeitar os próprios limites e recuperar energia para seguir em frente. Penso que esse equilíbrio nos ajuda a prosseguir rumo a uma vida com sentido.

A noção de equilíbrio é interessante quando se trata de viver. Tendemos a achar que se equilibrar é se manter sempre no centro, imóvel, numa paz permanente. Mas quando vamos tentar viver em equilíbrio nos vemos o tempo todo caindo para um lado ou para o outro, o que gera uma frustração muitas vezes difícil de suportar, e uma vontade de largar tudo para lá e ficar no antigo lugar do sofrimento conhecido. (mais…)

O delicado equilíbrio entre o esforço e o conforto

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Eu acredito que o processo de crescimento pessoal deva envolver um delicado equilíbrio entre o esforço e o conforto.

Entendo que para crescer (em qualquer aspecto) devemos nos esforçar para agir de maneira diferente da que estamos habituados. Fazer mais, ou mais forte, ou por mais tempo, ou numa nova situação, ou utilizando um recurso diferente. É como diz aquela frase cuja autoria eu não sei (atribuem a tanta gente), mas que é bem lógica:

“se você quer resultados diferentes, precisa ter ações diferentes”.

A zona de conforto é esse lugar onde sabemos o que fazer e como, onde nos sentimos confortáveis pelo pouco esforço que despendemos, mas que também não nos acrescenta muita coisa em termos de desenvolvimento. (mais…)

Pessoas felizes são mais gratas ou pessoas gratas são mais felizes?

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O tema da gratidão tem me acompanhado há algum tempo, curiosamente desde que me vi numa situação profissional e pessoal que, para mim, era o fracasso, ou pelo menos algo bem próximo disso.

Por conta de dificuldades financeiras, decidi cortar gastos diversos e ficar somente com o que fosse realmente importante para mim. E assim fui também selecionando relações, e mantendo mais próximas de mim aquelas pessoas mais significativas.

O que percebi nessa situação foi que passei a me sentir muito mais feliz do que era antes, (mais…)

Vencendo crenças limitantes, medos e desenvolvendo autoconfiança

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Ela tem uma vida razoavelmente boa: saúde em ordem, uma casa segura e confortável para viver, alguns poucos e bons amigos com quem contar. Mas olha para alguns aspectos de sua vida e não gosta do que vê. Está insatisfeita, sabe que precisa mudar e até tem alguma noção dos caminhos que precisa seguir, mas não consegue sair do lugar. Ao invés de agir, pensa muito, e é tomada por ansiedade e desânimo que a fazem achar que seu destino é ficar exatamente como está.

Reconhece essa história? Eu imagino que você já tenha assistido essa cena sendo protagonizada por alguma pessoa próxima a você – alguém da família, uma amiga, uma colega de trabalho – ou mesmo tenha vivenciado a situação, que não é nada agradável. (mais…)