Um ano completamente novo e pleno de sentido!

A última vez que postei aqui no blog foi no início do mês de outubro, no Editorial. Na ocasião eu convidava você a olhar para o mundo com olhos infantis, olhos de novidade. Te convidava a deixar o mundo te surpreender com suas inúmeras possibilidades, dádivas, maravilhas. Você experimentou esse olhar?

felizanonovo

Eu experimentei, continuo experimentando e algo me diz que meu olhar nunca mais vai ser o mesmo para nada neste mundo! Simplesmente porque desde outubro me descobri vivenciando a maior das novidades em minha vida, (mais…)

Minha carta para você – Outubro/2015

É sempre assim: entra o mês de outubro e inevitavelmente somos inundados por alusões ao dia das crianças. Diante das vitrines cheias de brinquedos e da timeline das redes sociais repletas de fotos de crianças (é até difícil identificar os amigos com aquelas bochechas rechonchudas, janelinhas e marias chiquinhas!) algumas pessoas se lamentam pelo ano que ~já chegou ao fim~ e pelos projetos não realizados, enquanto outras se inspiram com o modo infantil de ver a vida e se abrem para novas oportunidades. De que lado você está?

Editorial de Outubro/2015

Um aspecto importante que diferencia adultos e crianças é a ingenuidade. Por ingenuidade não quero dizer falta de esperteza, ou incapacidade de estar no mundo de modo eficiente. ~É isso que, nós adultos, costumamos evitar ao recusar firmemente o título de ingênuos~. (mais…)

O maior desafio: ser grato pelas adversidades

Dias bons dão-lhe felicidade e dias ruins dão-lhe sabedoria. Ambos são essenciais.

A prática da gratidão gera diversos benefícios que independem se você tem uma crença em algum ser ou força superior ou não.  A prática de, a cada momento, agradecer pelo que se tem,  pelas vitórias alcançadas e problemas superados é relativamente simples. Se identificamos claramente alguém responsável pelo que conseguimos, educadamente lhe agradecemos, como fomos ensinados por nossos pais desde bem novinhos. “Como é mesmo que se fala pro moço?” “Bigado!” “Isso mesmo!”

Agradecer pelas adversidades

Mas agradecer torna-se cada vez mais difícil à medida que vamos crescendo, nos deparando com dificuldades maiores e tendo que lidar com elas sozinhos [ou quase]. A nota baixa na prova, a reprovação no vestibular, o fora da paquera, o vizinho briguento, a traição sofrida naquele relacionamento importante, a confiança quebrada por aquele amigo, o desemprego, a doença, a tragédia, a morte. :( (mais…)

Realidade e milagre

Como tudo nos compõe e nos transforma e nos possibilita transformarmos o mundo à nossa volta, sermos gratos por cada evento em nossa vida é reconhecermos essa influência mútua e essa ligação nós-mundo-nós. É parar de lutar de modo improdutivo contra a realidade e olhar para ela de forma mais compreensiva, generosa e empoderada.

Milagre

Talvez você se pegue, vez por outra, duvidando dos efeitos que a gratidão pode ter na vida de uma pessoa. Fica achando que esse papo de gratidão é viagem demais, coisa de gente mística, espiritualista, new age, alienada. Mas prática da gratidão não está necessariamente ligada a ter uma visão mística ou mágica sobre a vida. Não é preciso nem mesmo ter uma religião ou uma crença em qualquer força, ser ou entidade supostamente responsável pelos eventos que nos acometem. Você sabia disso? (mais…)

Sobre os efeitos da gratidão

Agradecer é uma arte e um estilo de vida, e a fonte de felicidade e realização. É chamado de gratidão – uma atitude de gratidão. (Yogi Bhajan – 27/06/1984)

Dia 21 de setembro é o dia mundial da Gratidão, e resolvi dedicar todo o mês de setembro a ela, não somente porque é um tema muito interessante, alvo de muitas pesquisas na atualidade, mas também porque senti (e sinto), na minha vida, os benefícios da prática da gratidão. Quais são os efeitos da gratidão na sua vida?

Gratidão

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Editorial de Setembro/2015

Dia 21 de setembro é o dia mundial da Gratidão. A data já seria motivo suficiente para dedicar as postagens do mês a esse tema, mas ele se torna ainda mais importante quando paro e reflito sobre as correlações entre gratidão e felicidade.

editorial de setembro 2015

Escrevo este post às 4h da manhã da terça-feira pós-feriadão. A insônia chegou com a chuva, o calor da noite desse inverno quase primavera [o que será do verão??] e os pernilongos, e ficou por aqui. Já houve época em que eu rolaria de um lado para o outro da cama, brigando com a falta de sono, preocupada com o trabalho do dia seguinte e em como estaria minha disposição e minhas olheiras. Mas hoje reclamei comigo mesma por alguns segundos e, depois de esperar um pouco para ver se o sono voltava, decidi agradecer e me levantar. “Ótima oportunidade para escrever!” Amanhã vejo como será. (mais…)

O amor não cabe em si!

Amar e ser amado são necessidades que fazem parte da existência humana. Estabelecer relações significativas preenche e dá sentido às nossas vidas, mesmo que não compreendamos muito claramente como ou por que isso se dá. Mas você já parou para observar a beleza que é a relação entre amar-se, amar e ser amado?

O sorriso não cabia no rosto!

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Como se desenvolve o auto-amor?

O desenvolvimento do auto-amor é um processo interessante, que pode ser descrito mais ou menos como o processo de passar do caos à ordem, da negação à autoaceitação. Algumas condições são necessárias para que o auto-amor ocorra, e é sobre esse processo que quero falar neste post.

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É hora de encontrar o grande amor da sua vida

O amor é aquele sentimento que experimentamos quando vivenciamos uma relação significativa. Tendemos a buscar o amor em relações com outras pessoas, de modo a preencher um vazio e dar sentido às nossas vidas. Mas será que só podemos encontrar o amor, o sentido e a felicidade lá ~no outro~ como um pote de ouro no final do arco-íris?

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Editorial de Agosto/2015

Agosto é mês de... amor!

É interessante que estar conectada a outra pessoa pelo amor sempre foi algo presente em minha vida, e muito importante. Minha frase de descrição em perfis de redes sociais sempre foi “Uma mulher apaixonada, sempre”. Mas os últimos anos me colocaram em situações em que fui praticamente obrigada a me descobrir e me reconhecer independente de qualquer amor – pelo menos de um amor por outra pessoa. (mais…)