Exigências dispensáveis

Estava mais cedo com o editor aberto, disposta a aproveitar uns minutinhos de intervalo entre um compromisso e outro para cumprir meu propósito de publicar um post por semana no blog. Consistência é mais importante que quantidade, dizem os experts em publicações e tráfego de internet. Concordo, e fico muito frustrada quando não consigo cumprir a agenda de publicações.

Você também se frustra quando não consegue cumprir seus planos? (mais…)

Você já pensou na morte hoje?

Calma. Não precisa fechar a página.

Se você é como a maioria dos seres humanos, sabe que a morte é um fato e uma certeza, mas evita falar ou mesmo pensar a respeito. Essa evitação é compreensível: viver a morte de alguém querido dói muito, e perceber-se mortal, também. Daí não querermos manter o assunto morte em nossas conversas ou pensamentos.

Por outro lado, para algumas pessoas a morte é uma alternativa aos sofrimentos da vida. Para essas pessoas a ideia de morrer ronda como um canto de sereia, prometendo o fim de uma dor que parece impossível de ser vencida. (Imagino quanto sofrimento uma pessoa deve vivenciar para chegar a pensar em não viver mais. Respeito isso e digo, categoricamente, que viver pode valer a pena e que as dores podem, sim, ser vencidas.)

Mas por que um blog que tem como tema central a felicidade e que propõe reflexões para que cada um viva com sentido abordaria a morte em um de seus posts? (mais…)

Cair e levantar

A metáfora da bicicleta para as quedas da vida

Recentemente falei sobre o equilíbrio entre o esforço necessário para sair da zona de conforto e a gentileza de respeitar os próprios limites e recuperar energia para seguir em frente. Penso que esse equilíbrio nos ajuda a prosseguir rumo a uma vida com sentido.

A noção de equilíbrio é interessante quando se trata de viver. Tendemos a achar que se equilibrar é se manter sempre no centro, imóvel, numa paz permanente. Mas quando vamos tentar viver em equilíbrio nos vemos o tempo todo caindo para um lado ou para o outro, o que gera uma frustração muitas vezes difícil de suportar, e uma vontade de largar tudo para lá e ficar no antigo lugar do sofrimento conhecido. (mais…)

O delicado equilíbrio entre o esforço e o conforto

Eu acredito que o processo de crescimento pessoal deva envolver um delicado equilíbrio entre o esforço e o conforto.

Entendo que para crescer (em qualquer aspecto) devemos nos esforçar para agir de maneira diferente da que estamos habituados. Fazer mais, ou mais forte, ou por mais tempo, ou numa nova situação, ou utilizando um recurso diferente. É como diz aquela frase cuja autoria eu não sei (atribuem a tanta gente), mas que é bem lógica: “se você quer resultados diferentes, precisa ter ações diferentes”.

A zona de conforto é esse lugar onde sabemos o que fazer e como, onde nos sentimos confortáveis pelo pouco esforço que despendemos, mas que também não nos acrescenta muita coisa em termos de desenvolvimento. (mais…)

Pessoas felizes são mais gratas ou pessoas gratas são mais felizes?

gratidao

O tema da gratidão tem me acompanhado há algum tempo, curiosamente desde que me vi numa situação profissional e pessoal que, para mim, era o fracasso, ou pelo menos algo bem próximo disso.

Por conta de dificuldades financeiras, decidi cortar gastos diversos e ficar somente com o que fosse realmente importante para mim. E assim fui também selecionando relações, e mantendo mais próximas de mim aquelas pessoas mais significativas.

O que percebi nessa situação foi que passei a me sentir muito mais feliz do que era antes, (mais…)

Vencendo crenças limitantes, medos e desenvolvendo autoconfiança

Ela tem uma vida razoavelmente boa: saúde em ordem, uma casa segura e confortável para viver, alguns poucos e bons amigos com quem contar. Mas olha para alguns aspectos de sua vida e não gosta do que vê. Está insatisfeita, sabe que precisa mudar e até tem alguma noção dos caminhos que precisa seguir, mas não consegue sair do lugar. Ao invés de agir, pensa muito, e é tomada por ansiedade e desânimo que a fazem achar que seu destino é ficar exatamente como está.

Reconhece essa história? Eu imagino que você já tenha assistido essa cena sendo protagonizada por alguma pessoa próxima a você – alguém da família, uma amiga, uma colega de trabalho – ou mesmo tenha vivenciado a situação, que não é nada agradável. (mais…)

Em que lugar do pódio você está?

 

E devo confessar que preciso me lembrar todos os dias de que a minha história é só minha. Que não há mais ninguém no mundo como eu – nem melhor, nem pior. Que me comparar com os outros, seja me colocando acima deles, seja me diminuindo, não me ajuda em absolutamente nada.

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