Agosto é mês de... amor!

É interessante que estar conectada a outra pessoa pelo amor sempre foi algo presente em minha vida, e muito importante. Minha frase de descrição em perfis de redes sociais sempre foi “Uma mulher apaixonada, sempre”. Mas os últimos anos me colocaram em situações em que fui praticamente obrigada a me descobrir e me reconhecer independente de qualquer amor – pelo menos de um amor por outra pessoa.

Este editorial está alguns dias atrasado, o que me frustra bastante pois não gosto de quebrar ou atrasar compromissos. Mas há boas justificativas para isso! Uma delas é que no último fim de semana estive envolvida com os preparativos e a emoção de me formar Professora de Kundalini Yoga. Foi uma cerimônia linda, em que fui oradora da turma e que coroou um ano de aprendizados intensos e profundos! O Kundalini Yoga** me transformou, me ajudou a reconhecer a minha própria força, meu próprio poder criativo e curativo, me ajudou a enxergar minha própria capacidade de realizar e crescer. E como professora poderei ajudar outras pessoas nesse processo também. Isso não é incrível?!

Outra justificativa para o atraso na postagem é que estou às voltas com os preparativos finais para meu casamento, que será no final deste mês de Agosto! Eu não acho que seja o sonho de toda mulher se casar, mas certamente era um sonho meu. Não a cerimônia em si, mas um ritual que marcasse que a partir daquele momento eu teria alguém com quem compartilhar a vida e crescer junto.

É interessante que estar conectada a outra pessoa pelo amor sempre foi algo presente em minha vida, e muito importante. Minha frase de descrição em perfis de redes sociais sempre foi  “Uma mulher apaixonada, sempre”. Mas os últimos anos me colocaram em situações em que fui praticamente obrigada a me descobrir e me reconhecer independente de qualquer amor – pelo menos de um amor por outra pessoa.

Sempre soube que me realizaria senão no amor e, pelo risco que isso implica em perder-me, fiz-me um ser independente. (H. Arendt)

Sofri ao me ver sozinha quando queria muito amar e ser amada, ao pensar na possibilidade de nunca vir a ter um amor profundo e “para-sempre”. Mas hoje vejo o quanto esse período foi importante, pois foi um período de construção de um outro amor: o amor por mim mesma. E, muito para além do clichê, vejo que a possibilidade de viver uma relação saudável de hoje em diante só existe porque agora sei quem sou e valorizo cada parte de mim mesma.

Então o tema do blog neste mês não poderia ser outro que não o Amor. Esse sentimento que é dos mais elevados que se pode ter e que assume diversas formas e manifestações, tornando nossas vidas mais plenas, mais felizes! Convido você a conversarmos sobre ~e vivermos~ o amor neste mês mais lindo. Mês de amor a gosto! Vamos?

Um forte abraço,

Vivi

*Neste fim de semana é dia dos Pais, o que também tem tudo a ver com amor, né? Ao meu pai e a todos os pais do mundo, meu desejo de que o amor seja uma constante em suas vidas, e que vocês se sintam livres para viver e expressar todo o amor que têm por seus filhos! Isso é muito mais importante do que vocês possam imaginar!
**Para saber um pouco mais sobre o Kundalini Yoga, sugiro a leitura deste artigo de James McCrae.
***Imagem: Pexels

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *